27.9.07

SHELL

Trilhar os rumos do desenvolvimento sustentável significou, para a SHELL, transformar-se em uma companhia integrada de energia. Com robusta presença em todo o planeta, a companhia aliou ao desenvolvimento econômico as vertentes ambientais e sociais, em busca de uma meta desafiadora: suprir a crescente demanda energética global respeitando as pessoas e o meio ambiente.
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A história
A SHELL tem suas origens em 1833, em uma pequena loja, na região oeste da cidade de Londres, que vendia antiguidades e objetos exóticos, como belas conchas orientais que eram usadas pelas donas-de-casa para enfeitar caixas e móveis. Marcus Samuel, o proprietário da loja, realizou tantos e tão bons negócios com as conchas, que contratou encomendas especiais às empresas que navegavam para o Oriente e, em pouco tempo, o negócio cresceu o suficiente para se transformar numa empresa de importação e exportação. Quando morreu em 1870, seus filhos, Marcus Samuel e Samuel Samuel, herdaram o negócio de importar e vender conchas na Inglaterra. Oito anos depois da morte do pai, os irmãos separaram suas atividades: Marcus Samuel and Company estabeleceu-se em Londres e Samuel Samuel and Company no Japão. Em 1885, Marcus Samuel ampliou suas atividades entrando em um novo negócio: a venda de querosene para o Oriente. Cinco anos depois, viu os primeiros petroleiros em ação no Mar Negro e começou a fazer planos para transportar querosene russo a granel, através do Canal do Suez, encomendando oito petroleiros. O “Murex”, primeiro deles, fez a viagem inaugural pelo canal em 1892. Para garantir sua mercadoria, Marcus assinou contrato com um grupo russo de produtores e refinadores que, na verdade, era controlado pela Casa Rothschild. O negociante inglês estava garantindo, por longo prazo, o suprimento de querosene produzido no Oriente. O óleo de baleia das velhas luminárias e candeeiros começava a ser substituído rapidamente pelo moderníssimo querosene, barato e de mais fácil manejo. Nessa mesma época, produzia-se petróleo nas Índias Ocidentais. E, em 1890, a NV Koninklijke Nederlandsche Maatschappij tot Exploitatie van Petroleum-bronnen in Nederlandsch-Indie foi fundada para operar um campo de petróleo em Sumatra sob a direção de August Kessler. A empresa de nome gigantesco tinha, em 1892, apenas um oleoduto e uma refinaria. Para facilitar seu relacionamento comercial, passou a chamar-se Royal Dutch Petroleum Company.
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Quatro anos depois, Henri Deterding associou-se a Kessler e ambos começaram a sofrer os efeitos da competição com o baixo custo de transporte do petróleo russo vendido por Marcus Samuel. Para garantir seu negócio, a Royal Dutch começou a construir petroleiros e instalações de armazenamento, fundando uma organização de vendas. Nessa altura, as duas empresas européias - a Royal Dutch e a de Samuel - tinham como grande rival a norte-americana Standard Oil. Para enfrentar o desafio vindo do outro lado do Atlântico, inicia, em 1892, um trabalho de colaboração que culmina, em 1903, com a associação das duas na Asiatic Petroleum Company Limited, com um terceiro sócio, Rothschild. Marcus Samuel assumiu o posto de Chairman, e Deterding, o de Managing Director. A empresa possuía fontes de distribuição, tinha um esquema de vendas e atuava em todos os mercados do Extremo Oriente, passando depois a vender a produção das Índias Orientais em todo o mundo. Na verdade, nos bastidores, Samuel competia com Deterding, da Royal Dutch, e os dois só se juntaram para combater o “inimigo” comum: a americana Standard Oil. Em 1898, Samuel havia obtido uma concessão em Bornéu e passou a perfurar poços de petróleo com sucesso. Acabou construindo uma refinaria. Seus negócios particulares iam tão bem que foi necessário formar uma terceira companhia: The Shell Transport and Trading Company Limited, que passou a existir ao lado da empresa original de Samuel, a Marcus Samuel Company, da Royal Dutch e da joint venture que formaram, a Asiatic Petroleum. O nome Shell (concha) era inspirado na loja que seu pai lhe deixara ao morrer. Um invento que já existia desde 1885 - o carro a motor produzido por Karl Benz - estava destinado a apressar a união da Shell com a Royal Dutch. Ao saber da descoberta de petróleo no Texas, em 1901, Marcus Samuel conseguiu vencer a concorrência para transportá-lo e distribuí-lo na Europa. Sua empresa, a Shell Transport, foi a primeira companhia de petróleo a ter fontes mundiais de produção, o que garantia seu abastecimento de gasolina, querosene e óleo combustível. A norte-americana Standard Oil sentiu a concorrência e tentou, sem sucesso, obter o controle da Shell Transport and Trading Company, enquanto a Royal Dutch prosseguia em suas atividades de perfurar poços e produzir petróleo. Uma série de crises na Royal Dutch e na Shell apressou sua associação. Em 1898, problemas na produção de óleo em Sumatra haviam obrigado a Royal Dutch a recorrer à Rússia para conseguir querosene.
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Em 1900, Kessler morreu e seu posto foi ocupado por Deterding, partidário da sociedade com a Shell. A empresa inglesa, por sua vez, enfrentava dificuldades ao descobrir que o querosene de Bornéu era de baixa qualidade, não tendo conseguido entrar no mercado de gasolina, a essa altura já em franca expansão. Todos esses contratempos e a certeza de que as duas empresas se completavam levaram à grande fusão de 1907, com o nome de Royal Dutch/Shell Group of Companies. A Royal Dutch saía fortalecida, pois era rica em gasolina, e a Shell possuía óleo combustível. As duas garantiam o transporte de seus produtos aos quatro cantos do mundo. O resultado da sociedade é a Shell de hoje, a maior empresa do mundo em negócios com petróleo. Os primeiros anos do século resultam em lucros para a indústria do petróleo. Em 1909 começa a produção em massa de automóveis, o que resulta na abertura de um novo e imenso mercado. Em 1929, a empresa se introduz no setor químico com a constituição da “N. V. Mekog” nos Países Baixos. Em 1938, a produção de petróleo cru da SHELL, alcança uma cifra próxima aos 580.000 barris diários, frente ao total mundial de 5.720.000. Nos anos seguintes a SHELL cresceu em ritmo acelerado e introduziu inúmeras novidades no mercado como: pioneira ao lançar no Brasil a Trava Eletrônica, um sistema de monitoramento dos combustíveis comercializados nos postos, que impede o despejo e a adulteração de produtos, através do controle da abertura e fechamento dos tanques de combustíveis; também foi a primeira a utilizar Laboratórios Móveis verificando freqüentemente as especificações dos combustíveis comercializados nos postos de serviços; mais uma vez a empresa foi pioneira no desenvolvimento de mecanismos para garantir a qualidade dos seus produtos com o DNA SHELL, além de lançar produtos inovadores como a gasolina premium SHELL V-POWER, Shell Premium gasoline (introduzida em 1955), Formula Shell Gasolina, Formula Shell Premium e Shell Formula Diesel. Recentemente, os acionistas da empresa aprovaram, em assembléia-geral, a fusão do grupo em uma única empresa de nome Royal Dutch Shell PLC, que terá sede em Londres. A decisão representa uma virada na história da empresa, que era dirigida por duas matrizes: Shell Transport and Trading, na Grã-Bretanha, e Royal Dutch Petroleum (controlava 60% do grupo), na Holanda. Atualmente o Grupo SHELL explora, produz e refina petróleo. Acha, produz e transporta gás. Fabrica produtos químicos. Investe na pesquisa e viabilidade de fontes de energia renováveis. Ao longo da sua história, busca constantemente inovação tecnológica, vislumbrando a descoberta de novas tecnologias como fator crucial para o futuro.
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Os produtos
Shell V-Power. A gasolina, lançada no mercado em 1997, foi desenvolvida especialmente pelos cientistas da empresa, em conjunto com a equipe de Fórmula 1 da Ferrari, para aperfeiçoar os combustíveis dos carros de corrida. Eles usaram o conhecimento adquirido nas pistas de corrida para desenvolver um combustível especial, projetado para manter o seu motor em condições eficientes de operação. A gasolina tem fórmula exclusiva que diminui o atrito entre as peças móveis do motor que entram em contato com o combustível, permitindo a redução do desgaste e dando mais proteção ao seu carro. Desde seu lançamento a gasolina premium já foi introduzida em mais de 50 países ao redor do mundo.
SHELL HELIX. Durante uma corrida de Fórmula 1, o óleo precisa proteger um motor que atinge 17.000 rotações por minuto e uma temperatura de até 150 graus. Pensando sempre em exceder as suas expectativas, a SHELLl foi às pistas e desenvolveu juntamente com a Ferrari a linha SHELL HELIX, lubrificantes com a tecnologia mais avançada do mundo. Líder em vendas em mais de 100 países, tem fórmula exclusiva com aditivos de tecnologia sintética, criteriosamente balanceados para garantir ao motor máxima proteção. A linha, aprovada pelos principais fabricantes como Ferrari, Mercedes, BMW, Audi, Jaguar, Porsche e Land Rover, é composta pelos óleos ULTRA, SUPER, STANDARD e PLUS.
DNA SHELL. Funcionando como um código genético de um DNA, agindo de forma muito mais completa que um simples corante, permitia que a SHELL verificasse a procedência dos combustíveis comercializados nos postos de serviços no Brasil. Desde agosto de 2000 vem testando a marcação de seus produtos nos postos, e em janeiro de 2001 lançou o DNA da DHELL nas gasolinas, inicialmente no Rio de Janeiro e São Paulo. Expandiu-se para todo o Brasil em 2002 e, em 2003, foi lançado também para o diesel, propiciando maior segurança para o consumidor. Em abril de 2004, 1.400 postos de abastecimento participavam do programa, que conta com 40 laboratórios móveis. Duas substâncias, desenvolvidas através de tecnologia de ponta, existentes somente nos combustíveis SHELL, são utilizadas na composição do DNA da SHELL: a primeira substância, só é possível ser detectada em laboratórios apropriados, através de um processo conhecido como Cromatografia a Gás; o segundo componente, somente pode ser detectado por equipamentos de leitura óptica presentes nos Laboratórios Móveis da Shell.
Laboratórios Móveis. Conhecidos também como veículos de controle de qualidade, estão capacitados para analisar amostras das gasolinas e do diesel Shell, permitindo saber com precisão se a origem dos combustíveis é 100% SHELL.
SHELL FORMULA DIESEL. Introduzido em 1988, é um diesel especificamente desenvolvido para garantir alta performance com mais economia (menor consumo de combustível), maior autonomia, combustão mais eficiente, limpeza e proteção do tanque e do motor contra ferrugem. Antes de abastecer o veículo da sua frota, Shell Formula Diesel foi testado e aprovado em mais de 40 milhões de quilômetros, o que corresponde a mais de mil voltas ao redor do mundo. Além de 2 milhões e 500 mil quilômetros em testes aqui no Brasil, em condições reais, em frotas de caminhões e ônibus de empresas de transportes do país.
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Parceria de sucesso
Um caso verdadeiro de amor ao automobilismo. Assim pode ser definido o relacionamento entre a SHELL e a italiana Ferrari, um dos mais vantajosos na história da indústria automobilística. Proporcionando potência e proteção aos carros de passeio e de corrida da Ferrari, os produtos SHELL já foram utilizados nos primeiros carros da montadora italiana, e a empresa desempenhou um papel fundamental na primeira participação da Ferrari na Fórmula 1, em 1950. Desde então, a SHELL contribuiu para a Ferrari conquistar oito títulos de construtores e 11 de pilotos na Fórmula 1. Desde 1996, a SHELL tem sido a pioneira no desenvolvimento de técnicas de análise nas pistas, que contribuíram em parte para a trajetória espetacular da qualidade mecânica da Ferrari. As operações realizadas nas divisões de carros de passeio e de Fórmula 1 da Ferrari proporcionam um formidável campo de testes para a SHELL monitorar dados importantes como resistência ao uso, sistemas de proteção térmica do motor e redução de desgaste interno. Claro que os benefícios para a Ferrari também são muitos. Por manter um alto nível de potência do motor e de eficiência do combustível ao diminuir sua densidade, a SHELL permitiu à Ferrari reduzir o peso nos carros e otimizar sua performance, além de melhorar o consumo de combustível durante o ano de 2004. Em diversas ocasiões (particularmente em San Marino e na Espanha em 2004), a equipe italiana de Fórmula 1 impôs um ritmo intenso às voltas na pista enquanto seus rivais ficavam nos boxes, conquistando lideranças seguras antes de ter que fazer o pit stop. As inovações da SHELL não se limitam apenas à potência pura. Não é somente o combustível que pode fornecer apoio estratégico à equipe da Fórmula 1, a escolha correta do lubrificante também produz um impacto significativo à performance do carro. A Ferrari e a SHELL desenvolveram um dos motores mais confiáveis da Fórmula 1, e baseados na tecnologia encontrada na linha Shell Helix, fabricaram uma série de misturas de lubrificantes que deram potência e protegeram o motor em diferentes patamares em 2005. Com o Shell Track Lab, moderno laboratório móvel presente em todos os circuitos da temporada, uma equipe de técnicos da empresa e da escuderia italiana monitora constantemente a formulação e a qualidade do seu combustível por meio de análises que garantem a confiabilidade dos motores. O objetivo é adequar a gasolina ao motor e vice-versa. A cada ano, a SHELL desenvolve 250 mil litros de combustível para a equipe de Fórmula 1 da Ferrari. Os carros de passeio da Ferrari também saem da fábrica com indicações específicas para utilizar os produtos fornecidos pela SHELL.
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Recentemente, para comemorara os 60 anos da vitoriosa parceria entre a marca e a Ferrari foi produzido um comercial antológico, denominado “Circuit”, que celebra as seis décadas de sucesso e inovações tecnológicas entre as duas empresas. O comercial, uma produção global da empresa, foi filmado nas ruas do Rio de Janeiro, Nova Iorque, Hong Kong, Mônaco e Roma, utilizando 5 modelos diferentes de carros de Formula 1 através das décadas. Para assistir ao filme clique no ícone abaixo.
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A evolução visual
Durante sua história a SHELL foi gradativamente lapidando sua logomarca até seu total reconhecimento por parte dos consumidores. A palavra SHELL foi utilizada pela primeira vez em 1891 como marca registrada do querosene importado por Marcus Samuel. O nome era uma homenagem ao seu pai, um próspero comerciante conchas da cidade de Londres. O primeiro logotipo, contendo uma concha achatada (conhecida como Mussel Shell), apareceu em 1901. Somente três anos depois, em 1904, a tradicional concha, muito semelhante a de hoje, e denominada “Pecten”, foi inserida no logotipo da marca. O logotipo evoluiu desde o início do século com nítida redução do número de “linhas” na concha, aparecendo assim menos complexo. O atual desenho da concha foi feito pelo designer Raymond Loewy e introduzido em 1971. Somente em 2003 a SHELL retirou seu nome do logotipo, que passou a ser representado apenas pela famosa e reconhecida concha. A evolução pode ser vista clicando na imagem abaixo.
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Os slogans
Waves Of Change. (2003)
Go well. Go Shell. (?)
You can be sure of Shell. (1982)
They drive well with Shell. (1964)
Cars love Shell. (1959)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca SHELL está avaliada em US$ 3.31 bilhões, ocupando a posição de número 93 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. É a marca de banco mais valiosa do mundo.
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A marca no Brasil
A SHELL chegou ao Brasil em 1913, iniciando suas atividades com o nome de Anglo-Mexican Petroleum Products Company. No dia 5 de maio de 1914, inaugura o primeiro depósito de óleo combustível do Brasil, no bairro da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. A empresa começou a distribuir, no lombo de burros, além dos óleos combustíveis industriais, o Kerosene Aurora, lubrificantes, óleo diesel e a Gasolina Energina. Somente em 1922 foram inauguradas as primeiras bombas de gasolina em ruas e garagens de capitais e cidades do interior, e também ao longo de rodovias. Os primeiros postos de serviços só seriam inaugurados sete anos depois. Nos anos seguintes a empresa cresceu e implantou novidades no mercado como: inauguração do primeiro posto de abastecimento e serviços da futura capital do País (Brasília) em 1957; inauguração, em São Paulo, da primeira loja de conveniência em posto de serviços do país, sob a marca Express em 1987; lançamento do Shell Card, primeiro produto de automação da Shell Brasil e do mercado, em 1990, chegada ao Brasil da Select, marca SHELL mundial de lojas de conveniência em 1995; lançamento, em 2001, do programa DNA da SHELL com o intuito de inibir a adulteração de combustíveis em sua rede de postos; chegada ao Brasil, em 2003, a gasolina Shell V-Power. A empresa tem no país 2.290 postos de serviços, que vendem mais de 5 bilhões de litros de combustíveis e 14.1 milhões de litros de lubrificantes, além de contar com 215 lojas de conveniência Select.
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A marca no mundo
A empresa SHELL trabalha em exploração e produção de petróleo e gás: refinação, transporte e comercialização de seus derivados; produção e venda de produtos químicos; geração de eletricidade e energias renováveis. A SHELL está presente em mais de 140 países, empregando 112.000 funcionários, tendo mais de 45.000 postos de gasolina e mais de 50.000 marcas registradas.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca SHELL.
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